domingo, 17 de julho de 2011




Toda escolha, todo passo tem lá a sua dose de doce e amargo, de limitação, de tristeza, de euforia, de burrice, de inteligência, de amor, de vazio, de dualismo. Tem lá suas condições. Sigamos sempre. Viver, definitivamente, não dói. Em tudo há prazer, basta ver.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009



Ainda estou aqui... Repleta de poesia. Quem sabe seja a falta de tempo de uma falta de tempo que não existe. Afinal, como diria o meu amor: "Você faz seu tempo." Mas tudo existe dentro de mim é sempre maior depois de ter encontrado o motivo dos meus sorrisos... Aquela que basta estar presente pra preencher a minha alma de inspiração pela vida em todos os seus sentidos.


Obrigada por tudo.


Dostet Darum.


Não solta da minha mão.

domingo, 12 de outubro de 2008


Houve um tempo em que eu achava que sabia o que era o amor. Esse tempo de “achismo” acabou quando os meus lábios tocaram os seus. Eu descobri o amor quando conheci você, e essa descoberta não se deu num primeiro instante... Ela foi crescendo à medida que eu conhecia e me apaixonava por você.
E ao te conhecer descobri que o amor é muito mais que poesias e histórias românticas; é a doce realidade de encontrar quem sempre se procurou. E ao encontrar a pessoa com a qual sempre sonhei; percebi que toda poesia é pouca pra descrever o amor que eu sinto por você. E ao conhecer esta verdade, entendi que todo poeta nunca sentiu como eu sinto. E ninguém conseguiu descrever um amor tão grande e tão intenso, como o que eu sinto por você.
Você chegou e fez da minha vida muito mais. Você fez da minha vida a perfeição que eu jamais imaginei existir.
E quanto mais te conheço, mais percebo que você está além de qualquer expectativa, de todo sonho que se possa sonhar... VOCÊ É O INIMAGINÁVEL SONHO QUE EU PODERIA SONHAR. Você é a perfeição que eu jamais pensei tocar.
Te agradeço pelos maravilhosos oito meses que você me deu.
E realizarei com você o resto da vida que eu sonho pra mim.
Obrigada por ser mais que eu mereço.
OBRIGADA POR SE VOCÊ EM TODOS OS MOMENTOS.


...


Dessas coisas incomensuráveis que vivem em mim desde que você chegou...
Te amar é tocar a perfeição...
Sentir os pés não tocarem o chão.
Na saudade fechar os olhos e ser transportada para um dos inúmeros e intensos momentos de felicidade vividos com você.
E, na insegurança da distância, ter de volta a certeza do nosso eterno amor nas lembranças de um sorriso seu... E sentir o coração pleno de paz.
Ao te encontrar saber que não houve tempo sem você, e se houve tudo será preenchido ao sentir o teu abraço que sempre me faz esquecer tudo que foi sem você.
Ao te olhar nos olhos sentir, como nunca e sempre mais, que depois de você tudo sempre passa a se resumir em presente e futuro.
Te ver e te fazer sorrir é a minha realização.
Ganho o dia toda vez que te ouço dizer que me ama e sempre que te sinto feliz.
Seguro na sua mão e sinto nela toda a segurança do mundo.
Ao te beijar, sinto o corpo estremecer... Viajo sem medo no desejo que não cessa... Me entrego... Prometo e Cumpro ser sua, sempre e pra sempre. Deliro em cada detalhe nosso. Morro de amor... Você me traz de volta com um beijo... E me puxa para os seus braços; onde, mesmo sem saber, eu sempre quis estar.

terça-feira, 19 de agosto de 2008


Ao escrever agora não busco explicar e nem entender o meu amor. O que eu quero é falar do que eu sinto, e não o faço tentando justificar a minha atitude impensada. O que há em mim agora é a necessidade de gritar ao mundo como eu me sinto e desejo que o eco do meu grito chegue aos seus ouvidos para me delatar...
O meu amor não é datado. O meu amor não tem por que. Ele está em mim. O Amor está em mim pela primeira vez. Ele veio da perfeição de cada detalhe seu. Cada detalhe extremamente apaixonante por si só. O meu Amor por você está, definitivamente, entranhado, em cada parte de mim para sempre. Bem como as recordações do seu jeitinho lindo e inegavelmente original...
Como qualquer pessoa eu senti medo de me perder nesse amor... E percebo a minha falha: Por medo de me perder no amor tentei controlá-lo... E me pergunto; enlouqueci? Sim... Por vezes enlouqueci de amor por você. E como é bom admitir! Sou irremediavelmente feliz por enlouquecer de amor por você. Que loucura me sentir num movimento regulado com o universo por um breve instante ao ver o seu sorriso. E delirar num instante de felicidade “sem motivo”; e não me refiro a tórrida paixão que também existe entre nós, falo das coisas simples que compartilhamos juntas, quando fui surpreendida pela sensação de tocar o intocável. O puro. O absoluto.
Mas o que adoeceu essa minha doce loucura foi tentar controlar o amor, e assim acabei “armando-me contra” ele. E ao me trancar no medo eu feri você. E como você disse, já não cabem mais desculpas.
E agora, de coração leve e aberto, me liberto do medo de sentir o intocável e do medo de me perder feliz no breve instante da eternidade dos seus braços.

sexta-feira, 11 de julho de 2008


A partir daí é escolha. (24.06.2008)

O que faz o tempo correr?
Ao fazer esta pergunta me vi em meio a outras tantas dúvidas acerca da velocidade do tempo... Será que o fato do tempo passar mais rápido em determinados momentos é resultado do nosso louco desejo de parar o tempo? A partir deste ponto pode-se concluir que o tempo é “do contra”. Pois, quando almejamos ver o tempo voar, ele nos contraria e passa a se arrastar. Não que o tempo seja um cara mau; acredito que ele é uma criança lúdica querendo se divertir. Mas como é cruel quando vemos essa criança se divertir às nossas custas... Eu vi o tempo divertir-se assim na última semana: Vi o tempo correr freneticamente; tanto que me perdi em datas. Mas também presenciei a lentidão das horas quando vivi três semanas de espera.
A verdade é que o tempo não perdoa. Mesmo quando vemos o tempo se arrastando ele continua passando, e o erro é nosso, porque mesmo lento ou disparado ele não pára pra nada e pra ninguém. Pecamos ao achar que temos todo o tempo do mundo... Pecamos ao contar o tempo.
De repente nem é o tempo em si, e sim, como decidimos viver o nosso tempo, ao que decidimos nos dedicar; sem pensar no tempo, sem tentar parar ou correr o tempo, sem tentar enxergar o tempo. Percebendo que sempre é tempo de olhar e amar o que realmente importa em nossas vidas; independente do que importe para cada um.
Não é o tempo que nos faz ou faz a vida; é a intensidade que existe em cada um de nós que gera muito mais que contagem ou existência: gera as cores de vida que o tempo esquece de colorir.

quarta-feira, 9 de julho de 2008


Hoje observando as estrelas percebi que elas se movem. Algumas se aproximam, outras se afastam... Desejei que fizéssemos parte do grupo das que se aproximam, para que dessa maneira, como a estrela que você é, voltasse pra mim. Afinal sinto-me como o céu que antecede o dia de chuva: vazio. Onde nada brilha, e tudo que resta é a escuridão das nuvens cobrindo tudo que pode ser belo e brilhante. Quem sabe eu não seja a estrela da qual você deva se aproximar, mas sou o céu que espera ansiosamente a constelação presente em você. Que só você pode trazer.
Percebi hoje também que nunca falei da felicidade que se instalou em mim desde que você chegou. E me questionei: Porque nunca disse à razão da minha felicidade quão feliz ela me fazia? E mergulhando na certeza entendi que não sei explicar a dimensão do que eu sinto; porque supera o meu entendimento, porque é novo pra mim, porque é maior do que a minha própria existência. E quem sabe pequei por medo de sentir o que eu sinto. Sempre me considerei preparada para qualquer sentimento, mas ao te encontrar e descobrir em você coisas que eu jamais imaginei; percebi que eu nascia de novo. E como alguém que acaba de nascer não soube me comportar neste mundo novo. Se eu tentei fugir? – Não, definitivamente. Eu só quis saber ser tudo pra você. E nesse emaranhado me perdi, e descobri que eu era apenas alguém que não sabia como viver no mundo perfeito que você e eu criamos. Nada justifica um erro, da mesma forma que estas palavras não justificam o meu erro.
Desejo, por fim, que você seja a estrela maior que irá se aproximar do meu céu e perdoar as nuvens que se colocaram no caminho. Continuo a te esperar como um céu vago... Onde sempre só haverá espaço para as estrelas vindas do seu sorriso, do seu olhar e da sua certeza inabalável.

segunda-feira, 9 de junho de 2008


Não que eu não tenha o que dizer, afinal sempre há o que dizer, mas o silêncio está presente. E quando, em silêncio, deixo os sentidos guiarem a minha atenção sou capaz de perceber tudo aquilo que antes eu não via. Não se trata de um universo paralelo. É a realidade presente no meu silêncio.