domingo, 12 de outubro de 2008


Houve um tempo em que eu achava que sabia o que era o amor. Esse tempo de “achismo” acabou quando os meus lábios tocaram os seus. Eu descobri o amor quando conheci você, e essa descoberta não se deu num primeiro instante... Ela foi crescendo à medida que eu conhecia e me apaixonava por você.
E ao te conhecer descobri que o amor é muito mais que poesias e histórias românticas; é a doce realidade de encontrar quem sempre se procurou. E ao encontrar a pessoa com a qual sempre sonhei; percebi que toda poesia é pouca pra descrever o amor que eu sinto por você. E ao conhecer esta verdade, entendi que todo poeta nunca sentiu como eu sinto. E ninguém conseguiu descrever um amor tão grande e tão intenso, como o que eu sinto por você.
Você chegou e fez da minha vida muito mais. Você fez da minha vida a perfeição que eu jamais imaginei existir.
E quanto mais te conheço, mais percebo que você está além de qualquer expectativa, de todo sonho que se possa sonhar... VOCÊ É O INIMAGINÁVEL SONHO QUE EU PODERIA SONHAR. Você é a perfeição que eu jamais pensei tocar.
Te agradeço pelos maravilhosos oito meses que você me deu.
E realizarei com você o resto da vida que eu sonho pra mim.
Obrigada por ser mais que eu mereço.
OBRIGADA POR SE VOCÊ EM TODOS OS MOMENTOS.


...


Dessas coisas incomensuráveis que vivem em mim desde que você chegou...
Te amar é tocar a perfeição...
Sentir os pés não tocarem o chão.
Na saudade fechar os olhos e ser transportada para um dos inúmeros e intensos momentos de felicidade vividos com você.
E, na insegurança da distância, ter de volta a certeza do nosso eterno amor nas lembranças de um sorriso seu... E sentir o coração pleno de paz.
Ao te encontrar saber que não houve tempo sem você, e se houve tudo será preenchido ao sentir o teu abraço que sempre me faz esquecer tudo que foi sem você.
Ao te olhar nos olhos sentir, como nunca e sempre mais, que depois de você tudo sempre passa a se resumir em presente e futuro.
Te ver e te fazer sorrir é a minha realização.
Ganho o dia toda vez que te ouço dizer que me ama e sempre que te sinto feliz.
Seguro na sua mão e sinto nela toda a segurança do mundo.
Ao te beijar, sinto o corpo estremecer... Viajo sem medo no desejo que não cessa... Me entrego... Prometo e Cumpro ser sua, sempre e pra sempre. Deliro em cada detalhe nosso. Morro de amor... Você me traz de volta com um beijo... E me puxa para os seus braços; onde, mesmo sem saber, eu sempre quis estar.

terça-feira, 19 de agosto de 2008


Ao escrever agora não busco explicar e nem entender o meu amor. O que eu quero é falar do que eu sinto, e não o faço tentando justificar a minha atitude impensada. O que há em mim agora é a necessidade de gritar ao mundo como eu me sinto e desejo que o eco do meu grito chegue aos seus ouvidos para me delatar...
O meu amor não é datado. O meu amor não tem por que. Ele está em mim. O Amor está em mim pela primeira vez. Ele veio da perfeição de cada detalhe seu. Cada detalhe extremamente apaixonante por si só. O meu Amor por você está, definitivamente, entranhado, em cada parte de mim para sempre. Bem como as recordações do seu jeitinho lindo e inegavelmente original...
Como qualquer pessoa eu senti medo de me perder nesse amor... E percebo a minha falha: Por medo de me perder no amor tentei controlá-lo... E me pergunto; enlouqueci? Sim... Por vezes enlouqueci de amor por você. E como é bom admitir! Sou irremediavelmente feliz por enlouquecer de amor por você. Que loucura me sentir num movimento regulado com o universo por um breve instante ao ver o seu sorriso. E delirar num instante de felicidade “sem motivo”; e não me refiro a tórrida paixão que também existe entre nós, falo das coisas simples que compartilhamos juntas, quando fui surpreendida pela sensação de tocar o intocável. O puro. O absoluto.
Mas o que adoeceu essa minha doce loucura foi tentar controlar o amor, e assim acabei “armando-me contra” ele. E ao me trancar no medo eu feri você. E como você disse, já não cabem mais desculpas.
E agora, de coração leve e aberto, me liberto do medo de sentir o intocável e do medo de me perder feliz no breve instante da eternidade dos seus braços.

sexta-feira, 11 de julho de 2008


A partir daí é escolha. (24.06.2008)

O que faz o tempo correr?
Ao fazer esta pergunta me vi em meio a outras tantas dúvidas acerca da velocidade do tempo... Será que o fato do tempo passar mais rápido em determinados momentos é resultado do nosso louco desejo de parar o tempo? A partir deste ponto pode-se concluir que o tempo é “do contra”. Pois, quando almejamos ver o tempo voar, ele nos contraria e passa a se arrastar. Não que o tempo seja um cara mau; acredito que ele é uma criança lúdica querendo se divertir. Mas como é cruel quando vemos essa criança se divertir às nossas custas... Eu vi o tempo divertir-se assim na última semana: Vi o tempo correr freneticamente; tanto que me perdi em datas. Mas também presenciei a lentidão das horas quando vivi três semanas de espera.
A verdade é que o tempo não perdoa. Mesmo quando vemos o tempo se arrastando ele continua passando, e o erro é nosso, porque mesmo lento ou disparado ele não pára pra nada e pra ninguém. Pecamos ao achar que temos todo o tempo do mundo... Pecamos ao contar o tempo.
De repente nem é o tempo em si, e sim, como decidimos viver o nosso tempo, ao que decidimos nos dedicar; sem pensar no tempo, sem tentar parar ou correr o tempo, sem tentar enxergar o tempo. Percebendo que sempre é tempo de olhar e amar o que realmente importa em nossas vidas; independente do que importe para cada um.
Não é o tempo que nos faz ou faz a vida; é a intensidade que existe em cada um de nós que gera muito mais que contagem ou existência: gera as cores de vida que o tempo esquece de colorir.

quarta-feira, 9 de julho de 2008


Hoje observando as estrelas percebi que elas se movem. Algumas se aproximam, outras se afastam... Desejei que fizéssemos parte do grupo das que se aproximam, para que dessa maneira, como a estrela que você é, voltasse pra mim. Afinal sinto-me como o céu que antecede o dia de chuva: vazio. Onde nada brilha, e tudo que resta é a escuridão das nuvens cobrindo tudo que pode ser belo e brilhante. Quem sabe eu não seja a estrela da qual você deva se aproximar, mas sou o céu que espera ansiosamente a constelação presente em você. Que só você pode trazer.
Percebi hoje também que nunca falei da felicidade que se instalou em mim desde que você chegou. E me questionei: Porque nunca disse à razão da minha felicidade quão feliz ela me fazia? E mergulhando na certeza entendi que não sei explicar a dimensão do que eu sinto; porque supera o meu entendimento, porque é novo pra mim, porque é maior do que a minha própria existência. E quem sabe pequei por medo de sentir o que eu sinto. Sempre me considerei preparada para qualquer sentimento, mas ao te encontrar e descobrir em você coisas que eu jamais imaginei; percebi que eu nascia de novo. E como alguém que acaba de nascer não soube me comportar neste mundo novo. Se eu tentei fugir? – Não, definitivamente. Eu só quis saber ser tudo pra você. E nesse emaranhado me perdi, e descobri que eu era apenas alguém que não sabia como viver no mundo perfeito que você e eu criamos. Nada justifica um erro, da mesma forma que estas palavras não justificam o meu erro.
Desejo, por fim, que você seja a estrela maior que irá se aproximar do meu céu e perdoar as nuvens que se colocaram no caminho. Continuo a te esperar como um céu vago... Onde sempre só haverá espaço para as estrelas vindas do seu sorriso, do seu olhar e da sua certeza inabalável.

segunda-feira, 9 de junho de 2008


Não que eu não tenha o que dizer, afinal sempre há o que dizer, mas o silêncio está presente. E quando, em silêncio, deixo os sentidos guiarem a minha atenção sou capaz de perceber tudo aquilo que antes eu não via. Não se trata de um universo paralelo. É a realidade presente no meu silêncio.

segunda-feira, 5 de maio de 2008


Às vezes nos perdemos no caminho e ficamos sem saber por onde seguir.
Às vezes esperamos das pessoas que amamos mais do que elas podem dar, outras vezes esperamos o que nós mesmos não podemos oferecer. É difícil conviver com tantas diferenças. Falamos tanto de paciência e compreensão, mas nem sempre somos capazes de controlar os furacões de sentimentos pelos quais somos surpreendidos, e acabamos magoando as pessoas que mais amamos. E em meio a isso, saímos feridos também; às vezes por não termos pensados antes de falar, às vezes por sermos atacados com palavras ásperas.
Mais uma vez parece que as duas partes têm sua parcela de culpa, e de repente seria melhor se ao invés de culpados procurássemos soluções, mas é uma pena que tudo que esteja escrito aqui, possa ser só um momento de positivismo de quem quer consertar o que foi quebrado. E para alguém tão apaixonada pelo mundo encantado das palavras como eu, é doloroso admitir. Acho que não espero que as minhas palavras façam alguma diferença; na verdade como disse Mário Quintana: “... Só quero que meu sentimento seja valorizado.”.
Não faço ideia do que os próximos dias me reservam, mas independente do que vier desejo que tudo se encaminhe para um bom lugar
.
PS: E que bom que tudo se encaminhou...

segunda-feira, 28 de abril de 2008


São exatamente 12h46min, me fazem companhia agora um cigarro e uma xícara de café... Preto e branco, bem como os últimos dias me pareceram. E de quem é a culpa? A resposta é simples, tão clara quanto o a luz do dia de sol que se fez hoje, na cidade e na minha vida: A culpa foi minha. Eu dei uma dimensão grande demais para a tristeza que há algumas horas atrás me parecia imensa. De repente vi o que parecia ter sido escondido pelo meu pensamento sombrio; há ainda coisas lindas e raras na minha vida. Quem poderia ser mais feliz que eu? Abriu-se hoje, novamente, mas de forma diferente, a janela da felicidade da minha vida. E tudo me pareceu tão novo e único! Ao ver todas essas cores de brilho intenso e feliz, senti tomar conta de mim aquele entusiasmo louco de seguir, viver, dançar, sorrir, estar perto dos amigos, da família e do Amor da minha vida, ainda que impossibilitada de estar perto da minha Bobinha, queria compartilhar com ela esta sensação... Desejo agora, que o vento leve até ela toda a alegria e que Ela lá, se sinta tão feliz quanto Eu aqui.
Certamente, apesar de qualquer dor, problemas, incertezas, medos; apesar de qualquer adversidade, A Vida ainda é Mais. E eu só tenho a agradecer... Então muito obrigada!



Rs...
A vida é mesmo engraçada... Há cerca de três meses, em uma noite dessas em que não se espera nada mais que diversão com os amigos; os nossos caminhos se cruzaram. Quanto ao que eu senti... Ainda não consigo definir. Mas foi tão intenso que do nada se fez tudo. E esse tudo tão difícil de explicar, bagunçou tudo dentro da minha cabeça e do meu coração. Não sei se em algum momento tentei evitar, na verdade era tão novo e singular que eu não quis pensar. Nem pensei em pensar... Só existia em mim a vontade de sentir. Eu me apaixonei e não fugi, arrisquei, declarei o que eu sentia, fiz escolhas e sentindo aquele frio na barriga dei o próximo e me movi ao encontro de tudo que vinha me fazendo bem. A vida mudou. Tudo mudou. E era tudo mais feliz. Nós tivemos problemas, nos desentendemos, choramos, mas nos reconciliamos! Abraçamos-nos e rimos juntas, e dançamos, caminhamos de mãos dadas, sentimos ciúmes, compartilhamos o silêncio e tantas outras coisas. Nós tivemos medo, ficamos inseguras, mas amadurecemos. E agora sentimos saudades... E constante no meu pensamento os seus gestos, o sorriso, aquele jeito tímido e em mim o vazio da falta que ela me faz. Já não posso ver seus olhos, tocar seu rosto... E a saudade bate todo tempo. E o tempo ou a falta dele não tem ajudado: Não temos conseguido nos falar direito... E dói. Resta agora sair e ver tudo como sempre está, na esperança de um bom vento soprar e te trazer, ou trazer uma parte de você que amenize o vazio da sua ausência...

terça-feira, 8 de abril de 2008


Alguém bate...
Abri a porta e sem permissão ela foi entrando... A saudade tomou conta de mim, apoderou-se do quarto, se colocou em todos os lugares. Está em cada canto dessa casa, nas ruas por onde hoje eu ando sozinha, nas quais já caminhei do seu lado; está em cada parte do meu corpo, em todas as músicas, e quando me distraio a saudade vem sussurrar o seu nome, quando eu adormeço, ela invade os meus sonhos e me mostra Você sorrindo, mas não me deixa te tocar. A saudade coloca Você em todo o lugar, me faz enlouquecer até quase me matar! Até o vento parece conspirar: Dei pra sentir o seu cheiro pelas ruas, nas minhas roupas e até onde nunca estive contigo. Você está comigo todo tempo. Você está em tudo que eu vejo, e tudo que eu ouço traz uma lembrança sua, a minha boca fala seu nome quando menos espero. E mesmo que eu tente desviar, a saudade vem me procurar. E tudo é vazio. E me resta imaginar a perfeição que seria se Você estivesse aqui. E sigo tentando amenizar e eu sei que não vai parar. Tenho contado os dias para poder de novo tocar seu rosto, te abraçar, te ver sorrir, te beijar; ter Você... E nunca mais te deixar ir.
Absolutamente Você está sempre presente.
Mesmo que distante não solta da minha mão.

domingo, 30 de março de 2008


Ela partiu.
Acabo de olhar o relógio e faz dez minutos. O tempo tem sido tão cruel, me parecia, antes de olhar o relógio, que ela já não estava aqui por meses. Juro que tentei ser forte, que tentei não chorar. E quanta vontade me deu de na hora do último abraço não solta-la mais. E agora me bate uma vontade desesperada de sair correndo para poder estar junto dela mais uma vez. O seu cheiro ficou no meu quarto, está nos lençóis, no travesseiro e vive em mim. E quando fecho os olhos sinto o abraço, cada gosto... A sensação de acordar ao seu lado foi única e por minutos a felicidade de vê-la dormindo, de poder abraçá-la e sorrir ao ter a certeza de que foi real; fez-me esquecer que ela tinha que ir. E doeu tanto ser lembrada disso, foi quando desejei não acordar. Quis voltar o tempo. E dói tanto saber que ela vai demorar. E eu odiei não poder dizer; - Te vejo mais tarde! Eu vivi uma noite de sonho, nos braços Daquela que me encantou por ser tão real. Sinto que desde então o tempo parou. O que não cessa é o meu amor por você. E eu não esqueço das suas palavras: “... se agarre na certeza...”; eu prometo, não vou soltá-la. Bem sei que pode demorar que pode ser difícil, mas não abala o que eu sinto por você.
Mesmo que distante não solta da minha mão.

Eu sei, como nunca soube nada na minha vida; amo você como nunca amei ninguém. E que vamos realizar todos os sonhos que compartilhamos. Não vou lembrar de outra coisa.

“... O melhor amor é aquele que acorda a alma
E nos faz querer mais
E coloca fogo em nossos corações
E traz paz à nossas vidas
E foi isso que você fez comigo
E era isso que eu queria ter feito com você para sempre..."
Lembra-se? Eu desejo ter feito isso com você. E apesar da distância, não vai morrer. E eu continuarei desejando fazer isso com você por toda minha vida. Com toda certeza do meu coração.
Eu amo Você. E não haverá em nenhum momento distância ou tempo que apaguem essa certeza de mim. Até breve, Amor da Minha Vida.

segunda-feira, 10 de março de 2008


Depois de algum tempo, aqui estou eu novamente. Sentindo certo vazio e grande quantidade de solidão. Tentando fazer com que esse meu vazio complete essa página, tentando me encontrar nessas palavras. Querendo entender o que nunca será entendido. Tenho sentido como se algo em mim estivesse indo embora, ou será que sou eu que estou indo embora de algo em mim? Algo me falta. Ouço músicas melancólicas, penso sem parar. A minha cabeça dói e parece que vai estourar. Mesmo sem motivo aparente choro. E os questionamentos não acabam e continuam sem resposta. Eu estou sem resposta. Parece que as palavras andam me faltando, bom, parece que tudo anda escapando das minhas mãos, ou eu é que ando expulsando todas essas coisas? Qual o sentido? Sei lá! De repente é melhor nem ter razão.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008


De repente, aqui, dentro de mim; estão todos os sentimentos do mundo. E eu não sei como e nem por quê. E o choro contido, fez-se também presente e agora incontrolável. Dor? Medo? Alegria? Não sou triste e também não me sinto assim. Não sei o que há comigo. Mas o momento existe. Então me deixa chorar. Logo volto a sorrir.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008


Quem dera eu pudesse controlar o que eu sinto. Quem dera tudo que eu sinto não magoasse ninguém. Quem dera não me sentir dividida. Quem dera fosse fácil dar o próximo passo e me mover ao encontro de tudo que tem me feito bem. Quem dera eu fosse compreendida. Quem dera jamais ser novamente rotulada por quem é tão especial, tão importante pra mim. Quem dera minha verdade fosse tão clara aos olhos de alguém, como são aos meus. Quem dera me dessem a mão e fechassem os olhos sabendo que podem, sim, confiar em mim. Quem dera meu jeito "louco" fosse aceito. Quem dera o que eu sou, fosse bom o bastante pra alguém. Simplesmente o que eu sou, e não o que pensam de mim. Quem dera acreditassem no que eu sinto. Quem dera me fosse possível corresponder a todas as expectativas. Quem dera me amar não fosse como viver oscilando entre céus e infernos. Quem dera não ter medo do que eu sinto.

Quem dera Você perceber que eu sou tão humana quanto Você.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008


De repente acordei...
Quando foi que eu esqueci que sempre pude tudo que eu quis? Hoje me sinto renascendo, pronta pra arriscar. Dia após dia desafios se colocam no meu caminho, e porque não tentar a sorte, afinal sorte é preciso tirar pra ter. Então sinto que já passei da hora de lançar os dados. Não estou com tempo nenhum pra perder. Fazer acontecer é o objetivo. E nesse sentido dois resultados são possíveis: dar certo e não. Mas no caso de ficar por medo de tentar, existe aí apenas uma dúvida que permanecerá: Como teria sido se eu tivesse dado um passo a frente? O tempo de covardia passou. E quando sinto isso dentro de mim, vejo o universo expandir e eu acompanho o crescimento e me sinto maior e pronta para o que vier e como vier. De agora pra sempre viver é não parar, não se acostumar, e sim fazer o meu próprio jogo e nunca deixar de arriscar. Quem sabe eu me perca no caminho, mas voltarei a me encontrar em meio a tudo isso. E sempre maior, sempre a frente.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008


Hoje senti vontade de escrever, expor, explicar, complicar, descomplicar, gritar, sair de mim, sentir a vida até o limite do impossível. ( Não sei se isso existe, mas vá lá...). Preciso de uma loucura, correr um risco eminente...Hoje eu quero tudo do avesso, de cabeça para baixo, do contrário. Preocupações? Zero. Questionamentos? Caramba!Nem pensar! Passar longe da casa do que se considera certo. Pra que tanta perfeição? Por que buscar tanto essa utopia boba? Pra que tanta pergunta? Pra que tanta resposta? Eu quero mesmo é sentir. Desarrumar. Quero a minha cabeça livre de ideias caducas. Me quero livre.

Correr feito louca, e sempre sorrindo, pelas trilhas do meu caminho sem direção e viver tudo com intensidade, sem chorar. Hoje eu quero é felicitar! Vem que eu estou de braços abertos pro que vier. Olhos adiante, coração leve. Será toda essa vontade influência do novo ano? Peraí!!! Nada de perguntas, certo? Acredito que é tudo muito simples e alcançável...

Hoje a ânsia de ser apreciada morreu. E dela nasceu outro desejo, algo como sede, vontade de beber o mundo como num primeiro gole de cerveja em dia de calor. Nossa! Que vontade louca de viver...

Sem medo, deixa ser. Quando for a hora a gente vê. Agora abraça a vida e descomplica. Ela só quer viver. Então abandona toda trivialidade e "bora" viver!

O tempo não pára e não volta.