
Ao escrever agora não busco explicar e nem entender o meu amor. O que eu quero é falar do que eu sinto, e não o faço tentando justificar a minha atitude impensada. O que há em mim agora é a necessidade de gritar ao mundo como eu me sinto e desejo que o eco do meu grito chegue aos seus ouvidos para me delatar...
O meu amor não é datado. O meu amor não tem por que. Ele está em mim. O Amor está em mim pela primeira vez. Ele veio da perfeição de cada detalhe seu. Cada detalhe extremamente apaixonante por si só. O meu Amor por você está, definitivamente, entranhado, em cada parte de mim para sempre. Bem como as recordações do seu jeitinho lindo e inegavelmente original...
Como qualquer pessoa eu senti medo de me perder nesse amor... E percebo a minha falha: Por medo de me perder no amor tentei controlá-lo... E me pergunto; enlouqueci? Sim... Por vezes enlouqueci de amor por você. E como é bom admitir! Sou irremediavelmente feliz por enlouquecer de amor por você. Que loucura me sentir num movimento regulado com o universo por um breve instante ao ver o seu sorriso. E delirar num instante de felicidade “sem motivo”; e não me refiro a tórrida paixão que também existe entre nós, falo das coisas simples que compartilhamos juntas, quando fui surpreendida pela sensação de tocar o intocável. O puro. O absoluto.
Mas o que adoeceu essa minha doce loucura foi tentar controlar o amor, e assim acabei “armando-me contra” ele. E ao me trancar no medo eu feri você. E como você disse, já não cabem mais desculpas.
E agora, de coração leve e aberto, me liberto do medo de sentir o intocável e do medo de me perder feliz no breve instante da eternidade dos seus braços.
O meu amor não é datado. O meu amor não tem por que. Ele está em mim. O Amor está em mim pela primeira vez. Ele veio da perfeição de cada detalhe seu. Cada detalhe extremamente apaixonante por si só. O meu Amor por você está, definitivamente, entranhado, em cada parte de mim para sempre. Bem como as recordações do seu jeitinho lindo e inegavelmente original...
Como qualquer pessoa eu senti medo de me perder nesse amor... E percebo a minha falha: Por medo de me perder no amor tentei controlá-lo... E me pergunto; enlouqueci? Sim... Por vezes enlouqueci de amor por você. E como é bom admitir! Sou irremediavelmente feliz por enlouquecer de amor por você. Que loucura me sentir num movimento regulado com o universo por um breve instante ao ver o seu sorriso. E delirar num instante de felicidade “sem motivo”; e não me refiro a tórrida paixão que também existe entre nós, falo das coisas simples que compartilhamos juntas, quando fui surpreendida pela sensação de tocar o intocável. O puro. O absoluto.
Mas o que adoeceu essa minha doce loucura foi tentar controlar o amor, e assim acabei “armando-me contra” ele. E ao me trancar no medo eu feri você. E como você disse, já não cabem mais desculpas.
E agora, de coração leve e aberto, me liberto do medo de sentir o intocável e do medo de me perder feliz no breve instante da eternidade dos seus braços.

